Admiro honrado a sua beleza
Natureza abençoada
A difícil missão de encantar eu deixo pro meu
Pensamento que rodeia intenso e acalentado
Atinge o mais quente momento
Unindo a dúvida ao aconchego
Liderado pelo sincero desejo
Atrevido e educado.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
.
Vou descendo a rua
Desencantado com as luzes da cidade
Meu pensamento à mercê da claridade
Claro a lua eu não perdi, mas mi faz falta
A noite eu quero nua
Mas aqui só vejo em faces, vaidades
Contentamento eu só tenho em sua verdade
De passo em passo eu caminho liberdade
Seja como for
Lua por favor
A noite está fugindo
E só contigo eu vou
Desencantado com as luzes da cidade
Meu pensamento à mercê da claridade
Claro a lua eu não perdi, mas mi faz falta
A noite eu quero nua
Mas aqui só vejo em faces, vaidades
Contentamento eu só tenho em sua verdade
De passo em passo eu caminho liberdade
Seja como for
Lua por favor
A noite está fugindo
E só contigo eu vou
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Amiga
Fez tanta falta pra mim
Uma confiança antes isolada em pequenos momentos
Nem sempre tão brilhantes quanto o seu olhar
Você veio da forma mais adorável
Convencendo-me sem forçar...
Jogando suas cartas brancas cheias de verdade
Peculiando um jeitinho simples
São horas agradáveis que não contamos
Aliviamos nosso mau gosto da vida
Levamos pra dentro aquilo que faz sorrir
Tudo pra absorver você
Da forma mais pura
E eu, deixo-me ser levado
Criamos a dependência dessa amizade
E por isso sou grato
Tenho uma amiga de verdade!
Uma confiança antes isolada em pequenos momentos
Nem sempre tão brilhantes quanto o seu olhar
Você veio da forma mais adorável
Convencendo-me sem forçar...
Jogando suas cartas brancas cheias de verdade
Peculiando um jeitinho simples
São horas agradáveis que não contamos
Aliviamos nosso mau gosto da vida
Levamos pra dentro aquilo que faz sorrir
Tudo pra absorver você
Da forma mais pura
E eu, deixo-me ser levado
Criamos a dependência dessa amizade
E por isso sou grato
Tenho uma amiga de verdade!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Laila
Momentos preciosos
Identifiquei-me em ti
Sonhos curiosos
Antes de abrir
Porque a pele completa
Partindo do fundo do seu olhar
Porque o semblante altera
Quando você passa à iluminar
Da alegria contida
Talvez da noite abatida
Aprendi à valorizar
Uma pessoa que ficou
Que decidiu estender sua insônia
Por simples recordações
Emoções,
Decisões...
beleza de um sentimento
Compartilhou comigo
Si tornou mais puro
E mi deixou atento
Porque à frente encontrarei
Sorrisos largos
Tudo que acho entender
Mas levarei no meu peito
Todo o momento, todo desejo
Sinceramente incrível
E maior
Que ensinou-me à colher
Identifiquei-me em ti
Sonhos curiosos
Antes de abrir
Porque a pele completa
Partindo do fundo do seu olhar
Porque o semblante altera
Quando você passa à iluminar
Da alegria contida
Talvez da noite abatida
Aprendi à valorizar
Uma pessoa que ficou
Que decidiu estender sua insônia
Por simples recordações
Emoções,
Decisões...
beleza de um sentimento
Compartilhou comigo
Si tornou mais puro
E mi deixou atento
Porque à frente encontrarei
Sorrisos largos
Tudo que acho entender
Mas levarei no meu peito
Todo o momento, todo desejo
Sinceramente incrível
E maior
Que ensinou-me à colher
sábado, 23 de outubro de 2010
Luz
Uma forte luz
Um desejo de confiança
Começou a ditar mudanças
O caminho veio do jeito que eu o abandonei na melhor época
O meu semblante transpareceu
Cortinas brancas mi convidam
É a intensa luz paralisante
Junto com minhas extremas sensações
Agarrei,
Como si pudesse agarrar um amigo naquele momento
A distância do meu minimizado sorriso encurtou-se
Eu vi o que estava escondido
Senti o que estava sofrido
Coisa daquela estranha luz
Eu não ouvia o som das árvores há um tempo
A vida suavizou como antes
Uma tristeza que se calou em segredo
Abriu espaço para um futuro
Ainda debruçado na janela
Pude notar toda a importância de um belo dia
Um desejo de confiança
Começou a ditar mudanças
O caminho veio do jeito que eu o abandonei na melhor época
O meu semblante transpareceu
Cortinas brancas mi convidam
É a intensa luz paralisante
Junto com minhas extremas sensações
Agarrei,
Como si pudesse agarrar um amigo naquele momento
A distância do meu minimizado sorriso encurtou-se
Eu vi o que estava escondido
Senti o que estava sofrido
Coisa daquela estranha luz
Eu não ouvia o som das árvores há um tempo
A vida suavizou como antes
Uma tristeza que se calou em segredo
Abriu espaço para um futuro
Ainda debruçado na janela
Pude notar toda a importância de um belo dia
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Primeiro encontro
Correu insistente dentro de mim
Pura vontade de rever-te
A noite deu todo o brilho necessário
E a nossa conversa aconteceu
Da euforia tomei conta
E minhas palavras foram simples
Da forma que eu desejava
Teu olhar fixou-me
E nossos momentos se cruzaram
Um segundo de cada vez
Pra que tanta pergunta?
Ou tanta resposta?
Não é sempre que precisamos fazer como eles
Somos diferentes
É a nossa vantagem
Nosso segredo
E quando faltava um minuto
Tive a certeza ...
Gostei de você
Pura vontade de rever-te
A noite deu todo o brilho necessário
E a nossa conversa aconteceu
Da euforia tomei conta
E minhas palavras foram simples
Da forma que eu desejava
Teu olhar fixou-me
E nossos momentos se cruzaram
Um segundo de cada vez
Pra que tanta pergunta?
Ou tanta resposta?
Não é sempre que precisamos fazer como eles
Somos diferentes
É a nossa vantagem
Nosso segredo
E quando faltava um minuto
Tive a certeza ...
Gostei de você
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
É alegria
Sua alegria pode estar contida
Ela precisa de uma palavra
Uma conquista
Um novo beijo
Não a prenda
Estando presa, é oprimida
Ficando triste, só complica...
Desconfortável, ela grita
É alegria, pede atenção
Teme a partida
O gosto do incerto é seu veneno
E com o medo sobre ela, sofre a vida
Mudando os dias
Trocando as horas
Fazendo uma grande confusão
É alegria, ela cochila
Desolando e acabando
Alguém pode acordar
E sacudi-la de mansinho
Alguém deve logo achar essa alegria
Porque é a mais bela que eu visitei
Sinceramente,
Eu já a procuro
Quero vê-la mais um dia
É alegria, eu preciso da sua
A todo momento
Receba a minha
Ela precisa de uma palavra
Uma conquista
Um novo beijo
Não a prenda
Estando presa, é oprimida
Ficando triste, só complica...
Desconfortável, ela grita
É alegria, pede atenção
Teme a partida
O gosto do incerto é seu veneno
E com o medo sobre ela, sofre a vida
Mudando os dias
Trocando as horas
Fazendo uma grande confusão
É alegria, ela cochila
Desolando e acabando
Alguém pode acordar
E sacudi-la de mansinho
Alguém deve logo achar essa alegria
Porque é a mais bela que eu visitei
Sinceramente,
Eu já a procuro
Quero vê-la mais um dia
É alegria, eu preciso da sua
A todo momento
Receba a minha
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Por um pouco de vida ( sendo tudo verdade )
Por um pouco de vida ( sendo tudo verdade )
Todos parecem acalmados
Eles estão no tempo das perdas
Onde o futuro é brilhante e farto
Não falta sustento
É tranqüilo para os pedintes
Controlados pelas sobras do saco
A verdade é brincadeira
As piadas são costumes
Bem mais respeitados que os fatos
A alegria é comércio
Feita para ser perecível
Cobrada sem atraso
Trocam quase tudo por beleza
E plantam as sementes da pobreza
Intensificada nos seus passos
Absolutamente lentos
Atropelando a vida real
Escurecendo suas mentes diante do caos
Da certeza de vingança
A luta de poucos fica maior
Correm perigo
Não há lamento
Haverá pelos seus filhos
São eles que seguem o que somos
E se continuarão os maus tratos
O professor não pode ensinar o mais importante
A escola tem papel coadjuvante
E a multidão quase totalmente surda
Dificilmente ouvirá
O grito do gigante
Todos parecem acalmados
Eles estão no tempo das perdas
Onde o futuro é brilhante e farto
Não falta sustento
É tranqüilo para os pedintes
Controlados pelas sobras do saco
A verdade é brincadeira
As piadas são costumes
Bem mais respeitados que os fatos
A alegria é comércio
Feita para ser perecível
Cobrada sem atraso
Trocam quase tudo por beleza
E plantam as sementes da pobreza
Intensificada nos seus passos
Absolutamente lentos
Atropelando a vida real
Escurecendo suas mentes diante do caos
Da certeza de vingança
A luta de poucos fica maior
Correm perigo
Não há lamento
Haverá pelos seus filhos
São eles que seguem o que somos
E se continuarão os maus tratos
O professor não pode ensinar o mais importante
A escola tem papel coadjuvante
E a multidão quase totalmente surda
Dificilmente ouvirá
O grito do gigante
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Egoísta
Acabou tudo por aqui
Carregastes contigo outra vez?
ou está escondida?
Perguntei com medo
Prevendo triste partida
Durante a noite amiga que não leva o que eu ofereço
Adivinha a calmaria
Aumentando seu preço
Assistindo o curso perfeito
Tendo o poder de parar
Mas a palavra não vem
sendo lixo tudo que sei
cuide de mim outra vez
Lá fora eu não conheço
Não é por medo
E sim pelo frio
Quero teu conforto
Talvez só queira teu rosto
Bem quente
Sempre suave
Mi adormente
Mas infelizmente
Essa noite não será diferente
Eu continuarei egoísta.
Carregastes contigo outra vez?
ou está escondida?
Perguntei com medo
Prevendo triste partida
Durante a noite amiga que não leva o que eu ofereço
Adivinha a calmaria
Aumentando seu preço
Assistindo o curso perfeito
Tendo o poder de parar
Mas a palavra não vem
sendo lixo tudo que sei
cuide de mim outra vez
Lá fora eu não conheço
Não é por medo
E sim pelo frio
Quero teu conforto
Talvez só queira teu rosto
Bem quente
Sempre suave
Mi adormente
Mas infelizmente
Essa noite não será diferente
Eu continuarei egoísta.
Quarto
Toda a sanidade que perdi
Só devo a ti
Fez de tudo um quarto cheio de prazer
Onde nada atrás da porta roubou minha atenção
Vivi preso com seu coração
E a mente livre vagou a perecer
Construiu tudo num segundo
Decorou meus beijos
Minhas mãos atrevidas
Colou meu corpo
Desafiou minha língua
Brincou comigo
Apertou-me contra meu pudor
Nem sabia mais de nada
Era loucura pensar
Acreditar no tato
Pra mim,
Já basta
Não foi por medo que parei
Mas por saber que continuando
Terei outra vez
Tudo que é paixão
Comigo pegou fogo de uma só vez.
Só devo a ti
Fez de tudo um quarto cheio de prazer
Onde nada atrás da porta roubou minha atenção
Vivi preso com seu coração
E a mente livre vagou a perecer
Construiu tudo num segundo
Decorou meus beijos
Minhas mãos atrevidas
Colou meu corpo
Desafiou minha língua
Brincou comigo
Apertou-me contra meu pudor
Nem sabia mais de nada
Era loucura pensar
Acreditar no tato
Pra mim,
Já basta
Não foi por medo que parei
Mas por saber que continuando
Terei outra vez
Tudo que é paixão
Comigo pegou fogo de uma só vez.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Distância
Distância
Deixando toda a emoçao trabalhar
No vão que abriu
Vivendo segundos mais intensos
Por dias mais monótonos
Saber que acredito
Entender que acredito
E suavizar toda a saudade
Desatar as mãos da tristeza
Com minha mente apaixonada
Ser generoso com minha verdade
Quando penso que já sei
Sentimento livre que vai crescer
Posso guiá-lo até ti
Até seu beijo
Até seu desejo
Numa manhã ou tarde de julho
Eu continuo sendo seu
Deixando toda a emoçao trabalhar
No vão que abriu
Vivendo segundos mais intensos
Por dias mais monótonos
Saber que acredito
Entender que acredito
E suavizar toda a saudade
Desatar as mãos da tristeza
Com minha mente apaixonada
Ser generoso com minha verdade
Quando penso que já sei
Sentimento livre que vai crescer
Posso guiá-lo até ti
Até seu beijo
Até seu desejo
Numa manhã ou tarde de julho
Eu continuo sendo seu
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
O Apanhador de Desperdícios (Manoel de Barros)
Uso a palavra para compor meus silêncios.
Não gosto das palavras
fatigadas de informar.
Dou mais respeito
às que vivem de barriga no chão
tipo água pedra sapo.
Entendo bem o sotaque das águas
Dou respeito às coisas desimportantes
e aos seres desimportantes.
Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidade
das tartarugas mais que a dos mísseis.
Tenho em mim um atraso de nascença.
Eu fui aparelhado
para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios:
Amo os restos
como as boas moscas.
Queria que a minha voz tivesse um formato
de canto.
Porque eu não sou da informática:
eu sou da invencionática.
Só uso a palavra para compor meus silêncios.
Não gosto das palavras
fatigadas de informar.
Dou mais respeito
às que vivem de barriga no chão
tipo água pedra sapo.
Entendo bem o sotaque das águas
Dou respeito às coisas desimportantes
e aos seres desimportantes.
Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidade
das tartarugas mais que a dos mísseis.
Tenho em mim um atraso de nascença.
Eu fui aparelhado
para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios:
Amo os restos
como as boas moscas.
Queria que a minha voz tivesse um formato
de canto.
Porque eu não sou da informática:
eu sou da invencionática.
Só uso a palavra para compor meus silêncios.
sábado, 21 de agosto de 2010
Doença Gente
Chora por ninguém
Fingi que não tem
Acha tudo complicado
Pede muito além
Destrói o que vai bem
Leva sem muito cuidado
Por que fazer tudo desse jeito?
Por que sofrer por algo sem direito?
Corre quando mexe
Esquece quem merece
Espalha sua ingratidão
Engana o próprio amigo
Deseja o proibido
Não liga para traição
Por que causar danos desse jeito?
Por que aproveitar-se do alheio?
Iludi o desprovido
Ataca o enfraquecido
Exala a sua indecência
Distorce o que foi dito
Aumenta o acontecido
Pra gerar turbulência
Por que criar conflitos desse jeito?
Por que temer por sua vida de encrenqueiro?
Por que pensar que o mal é seu parceiro?
Por que acabar sendo um pobre prisioneiro?
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Sobre amor, sobre dor, sobre cor
É fascinante todo esse brilho
Toda essa cor
Toda essa dor...
Que vem aberta
Bem separada
Muito atrativa e adocicada
Toda em caquinhos
Como uma calçada
Que vem sendo pisada
Tornando-se frágil
Lembra os cigarros que já foram usados
Os sapatos velhos no armário
Algo ultrapassado
Mas com devido valor
Tanto valor que ainda faz parte
Esta no canto daquela saudade
No limite perigoso
Com essa oferta suja da dor não se escolhe quem compra
Quem leva essa honra
Não sabe desfrutar
Não deixa a tristeza levar
Faz força pra superar as partidas mais difíceis
E a beleza em chorar
Esconde-se inquieta
Sozinha, modesta
Vai esperar outro momento
Pra ensinar a amar.
sábado, 7 de agosto de 2010
Escassez
Notando difícil acesso
Ergui meu protesto
Destoando, desiludindo, ensaiando
Recuando meu defeito de esperar
Explodindo em soluços
Com anseios
Com desejos
Com desejos
Agoniado
Pretendendo num pulo bem alto
Uma palavra forte
Que seja digna do momento que alucina
E traga incitação
De leve confusão
Limpando tudo, recomeçando tudo
Para de repente acabar
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