Vá em frente e ame gente
Pois ser forte é chorar alto
Sinta o abraço de um vagabundo
Abrace um cão abandonado
Deguste o derradeiro pão dormido
Alimente o farto sorriso
E ame um velho chato
Condene sua indelicadeza
Enxergue os fracos homens
Não fale de uma velha tristeza
Estão tristes e cheios de fome
Sofra mais com suas vidas
Respeite as faces secas e abatidas
E não esquecerão teu nome
Escute os tantos lamentos
Seja algo gentil
Que cure o tormento e o medo
Dedicado filho serviu
Verdade que no horizonte
Da morte de um jovem ignorante
Nasceu o sol que sorriu
quinta-feira, 23 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
No Mar De Chica
É Forte o fascínio da brisa na beira
Costumo abrir os braços
Sentir meus pés cansados, banhados
Lavados pela areia
E pela água fria
De tom sossegado
Mar de pouco papo
Que mi leva e anseia
Onde caí dentro sem recado
Afogando meu atraso
Nadando como um afago
No seu corpo de sereia
Vou pro fundo procurar
Quero achar o que comanda
A sensível aparência
Do mar de Chica
Que não cochila
Sabe onde eu busco o ar
Aprecia
Quando bóio a te desejar
Vibrando nas ondas sonolentas
À deriva da vida
Mi encontrando num sonho azulado
Acima de um gigante acordado
Pra dormência despedida
Só no encanto dessa calmaria
Serei admirado como Chica
No seu mar de afogados
Que não recusaram seus agrados
Vivendo amor um dia
Costumo abrir os braços
Sentir meus pés cansados, banhados
Lavados pela areia
E pela água fria
De tom sossegado
Mar de pouco papo
Que mi leva e anseia
Onde caí dentro sem recado
Afogando meu atraso
Nadando como um afago
No seu corpo de sereia
Vou pro fundo procurar
Quero achar o que comanda
A sensível aparência
Do mar de Chica
Que não cochila
Sabe onde eu busco o ar
Aprecia
Quando bóio a te desejar
Vibrando nas ondas sonolentas
À deriva da vida
Mi encontrando num sonho azulado
Acima de um gigante acordado
Pra dormência despedida
Só no encanto dessa calmaria
Serei admirado como Chica
No seu mar de afogados
Que não recusaram seus agrados
Vivendo amor um dia
terça-feira, 7 de junho de 2011
Faltou certeza ( a palavra )
No lugar que eu visito
Eu visito sempre uma surpresa
Ás vezes olho e dou risada
Ou fico dentro da surpresa
Cativo com meu desejo de receber
E de ser surpresa
Pra que ela olhe pra mim
Que não mi veja
E sinta minha pobreza
Com o que tenho posso ser até mais simples
Pois não domino minha fraqueza
Que é contada apenas por meus amigos, pais e minha moleza
Toda falta de vontade de nascer da tristeza
Pois só conheço da verdade, a mentira da riqueza
Mas também posso ser rico
Tornando-se um rico, uma beleza
Um grau de humanidade
Ou simples natureza
Eu visito sempre uma surpresa
Ás vezes olho e dou risada
Ou fico dentro da surpresa
Cativo com meu desejo de receber
E de ser surpresa
Pra que ela olhe pra mim
Que não mi veja
E sinta minha pobreza
Com o que tenho posso ser até mais simples
Pois não domino minha fraqueza
Que é contada apenas por meus amigos, pais e minha moleza
Toda falta de vontade de nascer da tristeza
Pois só conheço da verdade, a mentira da riqueza
Mas também posso ser rico
Tornando-se um rico, uma beleza
Um grau de humanidade
Ou simples natureza
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