É Forte o fascínio da brisa na beira
Costumo abrir os braços
Sentir meus pés cansados, banhados
Lavados pela areia
E pela água fria
De tom sossegado
Mar de pouco papo
Que mi leva e anseia
Onde caí dentro sem recado
Afogando meu atraso
Nadando como um afago
No seu corpo de sereia
Vou pro fundo procurar
Quero achar o que comanda
A sensível aparência
Do mar de Chica
Que não cochila
Sabe onde eu busco o ar
Aprecia
Quando bóio a te desejar
Vibrando nas ondas sonolentas
À deriva da vida
Mi encontrando num sonho azulado
Acima de um gigante acordado
Pra dormência despedida
Só no encanto dessa calmaria
Serei admirado como Chica
No seu mar de afogados
Que não recusaram seus agrados
Vivendo amor um dia
Estou absolutamente encantada, minha maré está até mais calma, devido a suavidade de suas palavras...
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