Consegui chegar
Mas eu sempre chego
Então devo descansar
É o que me ofereço
Nos domingos sem desejo de barulhentar
Desligo minhas máquinas de acordar
E com isso fico sem emprego,
Sem gravata, e com mais cabelos
Mudo meu jeito
Tornando-o bem particular
E adepto ao desapego
Ao desleixo
Cheio de sem vontade
Sem coragem
Zero a quilometragem dos meus passos
E paro antes de cansar
Me solto no sofá
Como se fosse rei
Deixo de pensar no fim do mês
Fecho-me para balancear
Dou folga para os meus batimentos
Minha ansiedade é retardar
Quero isso imortalizar
E vou filosofar durante a partida de futebol
Cochilar antes do último jornal
Antes do meu domingo
Meu fracasso acabar
Vou imaginar que tudo que fiz
Foi pra mudar a fama desse dia peculiar.
domingo, 28 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Cheiro, amor !
Acorde-me no profundo
Fazendo-me forte
Condicione-me para tudo
Num mergulho, na sorte
Com seus olhos abertos em mim
Minhas telas rasgaram antes que você sinta-se protegida
Não é despedida, nem poderia
Minha cadência perdida
Longe da vista
Não sofro mais
Tantos calos nos ouvidos
Perfumes idênticos e atrevidos
Não sei mais apreciar
Pare de esperar
O momento passa num instante
Vai levar-te para mais distante
Escolha um lugar para repousar, meu calor
Deixe-me tomar conta da mudança
Sentir sua fragrância
Cheiro de amor
Fazendo-me forte
Condicione-me para tudo
Num mergulho, na sorte
Com seus olhos abertos em mim
Minhas telas rasgaram antes que você sinta-se protegida
Não é despedida, nem poderia
Minha cadência perdida
Longe da vista
Não sofro mais
Tantos calos nos ouvidos
Perfumes idênticos e atrevidos
Não sei mais apreciar
Pare de esperar
O momento passa num instante
Vai levar-te para mais distante
Escolha um lugar para repousar, meu calor
Deixe-me tomar conta da mudança
Sentir sua fragrância
Cheiro de amor
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Vagabundeado
Quero ser seu, todo meu
O céu, o mel
O complemento do vazio
As garras que te libertam
Amplitude do maior deserto
O cessar da longa tempestade, vaidade
O brilho do escuro
Alimentando as gorduras
Tudo em seu absurdo
Sem o limite das regras
Atraído pelo silêncio
Derrubado e espancado pela paixão
Só posso olhar para cima
O lado triste, coragem e emoção
Conto segundos bagunçados
Perdi todo o tempo que me coordena
Perdi meus sapatos
Perdi a noção
Afastado e vagabundeado
Resolvo então
Permanecer deitado.
O céu, o mel
O complemento do vazio
As garras que te libertam
Amplitude do maior deserto
O cessar da longa tempestade, vaidade
O brilho do escuro
Alimentando as gorduras
Tudo em seu absurdo
Sem o limite das regras
Atraído pelo silêncio
Derrubado e espancado pela paixão
Só posso olhar para cima
O lado triste, coragem e emoção
Conto segundos bagunçados
Perdi todo o tempo que me coordena
Perdi meus sapatos
Perdi a noção
Afastado e vagabundeado
Resolvo então
Permanecer deitado.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Quero tudo que não conheço
O momento que celebrou em mim
Foi necessário para o acaso
Dos olhos negros e convictos
Amadurecidos por desconfiança
Escondeu um grande momento
Só pra mim
Onde meu acervo de palavras desapareceu
Tomou-me a liberdade de imaginar
Tudo que sentia desconhecido
Aflito e machucado pelo passado
Concedeu-me vida em segundos
De forte apagão sentimental
Não sei o que farei de ti em minha mente
Mas conforto eu te ofereço
Mais forte e mais belo que um beijo
O ensaio do meu afago
Encorajando-me ao sofrido fato
De não saber o que penso e reconheço
Foi necessário para o acaso
Dos olhos negros e convictos
Amadurecidos por desconfiança
Escondeu um grande momento
Só pra mim
Onde meu acervo de palavras desapareceu
Tomou-me a liberdade de imaginar
Tudo que sentia desconhecido
Aflito e machucado pelo passado
Concedeu-me vida em segundos
De forte apagão sentimental
Não sei o que farei de ti em minha mente
Mas conforto eu te ofereço
Mais forte e mais belo que um beijo
O ensaio do meu afago
Encorajando-me ao sofrido fato
De não saber o que penso e reconheço
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