O amor que deu-se por fruto
Tanto absurdo
quanto válido,
E a leve impressão
de mediado,
Fez-me morrer em
vida
Sofri de
consciência abatida
Conhecendo a
causalidade nesse acaso
O que não sei, de
fato!
Ser minha morte ou
minha vida
Não vejo minha
soberania
Outrora dona
E a libertária do
meu corpo
Ter alcançado tal fracasso
Confundo o que é falso
Em verdade acolhida
É minha morte ou
minha vida?
Pois não sei, de
fato!
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