quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Fruto de não saber


O amor que deu-se por fruto
Tanto absurdo quanto válido,
E a leve impressão de mediado,
Fez-me morrer em vida
Sofri de consciência abatida
Conhecendo a causalidade nesse acaso
O que não sei, de fato!
Ser minha morte ou minha vida
Não vejo minha soberania
Outrora dona
E a libertária do meu corpo
Ter alcançado tal fracasso
Confundo o que é falso
Em verdade acolhida
É minha morte ou minha vida?
Pois não sei, de fato!


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