segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Para outros olhos

Em nenhum momento a infância remete-me aos seus olhos
Nem aos seus trejeitos adoráveis
Você não está!
Não vejo o seu rosto nas lembranças
Não posso reconhecer-te por nenhum sentido
Sem dor de cabeça, sem insônia
Pois preciso falar da infância dos sorrisos
E você não encaixa-se no melhor de mim
Na minha criança.








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