Luz das janelas para mim
Não estou aberto, estou escuro
Sinto-me sombrio
Faço-me pouco uso
Dor nas costas e irritado
Afogado em mar profundo
Mar do abrigo, velho amigo
Vendando-me da verdade, do ar puro
Tenho coragem, tenho!
Grande para aceitar parado
Pegando o curso errado e afundando
E a tosse que não passa, o desconforto
Não é vaidade do meu corpo
Nem dos males que envolvo
Tampouco choro convencido
Pode ser falta do seu canto
Onde fazes a falta não possuo mais nada
Só engano.
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