Nem onde encontro o fim vejo a finalidade
Perdurei em tanta falta de vontade
Em tanto breve alívio
Em belos discursos vazios
Que retomo pobre de espírito
Disposto a ter vaidade por indolência
De fato assim também sou maduro
Sou quieto e inoportuno
Belo e quase mudo
Sou recheio de vento
Mesmo sem ter a casca doente
Adoeço-me com o mal tempo
Nesse tempo imaturo
Antes da alvorada e da apatia
Dê-me vento e preencha-me por dentro.
Algo nisso pode tornar-se adulto.
Esse é o marco.
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