E flerta maduro com o dissentimento social da barganha
Ora banal pela futilidade de classificar o desejo carnal
Ora verdadeiro carnal
Posto frágil e sem condições de rejeitar!
Esse sim, sem desejo de classificar
É só da vontade que dá gosto na boca
E a boca no sonho de abocanhar o corpo,
Esse envolto, pois é a carne que produz a saliva da boca do
outro
E a língua úmida congela teus bicos distraídos
Agora possuídos,
Chamando-os para o choque de gozo
Gozando em cama estranha
Uso da imaginação vaticinada
O arrepio por debaixo do terno tradicional que vestes
A calça levanta!
Mesmo sendo proibido o seu movimento de felicidade
O corpo treme de saudade no banheiro
E o banho para ser limpo na cama da mulher amada,
Torna-se calma
Por ora calma
Combate a vergonha de amar outro corpo
Tens a vida morta na realidade
E um monte de vida presa na mente condicionada
Condena a ereção feroz fora de casa
Até tomares coragem suficiente para desejar tudo de novo.
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