Fechando a boca e propondo cativeiro
Não meças as palavras cruas no nível da sua vergonha
Por apenas conheceres a vergonha e o medo,
Vomite-as com o sangue!
Suje o chão de frases vivas em vermelho
Suje a ponta da língua para degustar-se
O ranço que provarás das ideias fora da validade
Retomam o contexto de não saberes do que és feito
O estômago vazio de coragem despertado do bom funcionamento
Suor frio regulando seu desespero
Arrepios do corpo que oculta a própria fétida realidade
Agora expõe-se para o ataque da moralidade
Apresentam-se olhares sedentos para o julgamento
Onde seu mau cheiro verdadeiro é condenado
É nesse amargo que a incitação revela-se definitivamente podre
Atente ao fato podre de reconhecer-se dentro dessa parte
O interior cheira tão mal quanto a delicadeza das boas
posturas
E a deturpação do respeito próprio em cobranças imaturas
Quando submeteres a amarrar a boca com palavras mansas
Talvez o banheiro seja o limite para a liberação do seu
cheiro antissocial
Trazendo-te de volta ao cativeiro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário